"Vamos preservar para que nossos prescendentes possam admirar"

terça-feira, 23 de junho de 2015

Cavernas de Santa Izabel - São Gonçalo - RJ

 As cavernas de Santa Izabel são um conjunto de 22 minas com aproximadamente 10 mil metros quadrados de extensão, que foram desativadas após terem sido inundadas pela água de um lençol freático. A prática de mergulho no local não é aconselhável. É possível chegar a pé, com uma caminhada de 50 minutos via centro de Santa Izabel. As cavernas ficam dentro do terreno da Fazenda Santa Edwiges, mas são abertas ao público. É preciso ir acompanhado de alguém que conheça o caminho, pois a trilha é de mata fechada e há cobras. Grupos já realizaram descidas de rapel no local.


Endereço: Fazenda Santa Edwiges, em Santa Isabel

Grupo praticando rapel













Ao sair da Caverna, traga todo seu lixo de volta, ajude a preservar!





domingo, 24 de maio de 2015

Onça pintada (Panthera onca)


Onça-pintada (Panthera onca)
Olá! Sou um dos 21 animais da fauna brasileira ameaçados de extinção, estarei em exibição na foto do Perfil da pagina do face-book  (Maravilhas-Naturais-Preserve-as-comunidade) por um MÊS substituindo o macaco-aranha-de-cara-branca, se alguém encontrar algum da minha espécie por aí, entre em contados com um destes órgãos abaixo.

A onça-pintada é o maior felino das Américas. Possui um papel importante no ecossistema: seleciona indivíduos inexperientes, machucados, doentes ou mais velhos o que acaba resultando em benefício para a própria população de presas. Infelizmente, fazendeiros abatem o felino para proteger seus rebanhos. No Pantanal, o Projeto Onçafari tenta salvar a espécie através do ecoturismo, mostrando que a onça pode ter mais valor se permanecer viva.

Esse animal é carnívoro, sendo que também é chamado de jaguar (nome que tem origem na Mitologia Guarani). A onça pintada chega aos 2,10 metros de comprimento, pesa em média 150kg e sua altura chega a 90 cm. Em cativeiro, comem aproximadamente 2,5 kg de carne por dia, porém em liberdade, como gastam mais energia, comem bem mais.

A onça pintada vive às margens dos rios e também nos ambientes campestres desde o sul dos EUA até a Argentina. A onça têm como território individual de caça, aproximadamente 80 quilômetros quadrados.

Durante a época do acasalamento, a onça pintada, que é um animal muito solitário, procura um par. A gestação dura cerca de 100 dias e pode ocorrer o nascimento de até 4 filhotes. Os bebês nascem cegos e enxergam somente após duas semanas de vida. Com três meses de vida o filhote começa a sair da toca, para ser ensinado pela mãe a viver sozinho. Após esse período, começa a sua vida solitária. Os machos atingem a maturidade sexual aos três anos e meio e a fêmea aos 2 anos de idade.

A onça pintada é uma excelente nadadora, e tem um grande poder de caça. Suas patas lhe proporcionam uma força extraordinária, o que ajuda muito ao caçar os animais como antas, capivaras, tamanduás, queixadas, cavalos, gado de fazendas, aves, veados, macacos, catetos, pacas, peixes e até jacarés. Também matam jiboias e sucuris quando não encontram outra opção. As onças têm, portanto, uma alimentação muito variada.

O desmatamento, o envenenamento dos rios e a caça tem dizimado a população de onças pintadas em diversos lugares.

Sua expectativa de vida vária entre 10 e 20 anos, esta oscilação de idade se deve ao fato da onça viver em liberdade ou em cativeiro.

Status na Lista de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção: espécie vulnerável

IBAMA: http://www.ibama.gov.br/index.php?option=com_content&view=frontpage
RÃ -BUGIO: http://www.ra-bugio.org.br/instituicao.php

fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/ma
terias/fotos-de-animais-ameacados-de-extincao-no-brasil#21

sábado, 18 de abril de 2015

SAGA - Sistema Aquífero Grande Amazônia, você conhece?


Além das riquezas naturais já conhecidas, a região amazônica conta com um tesouro subterrâneo.

Trata-se do SAGA "Sistema Aquifero Grande Amazônia",  o "Maior Aquífero do Mundo" de que se tem conhecimento no planeta. São mais de 162 mil quilômetros cúbicos de água.

-  Para se ter uma ideia de sua extensão, o aquífero Guarani, considerado, agora, o segundo maior, possui uma reserva hídrica de 39 mil quilômetros cúbicos de água.
                       

-  Levando em conta uma população mundial de cerca de sete bilhões de pessoas, um consumo individual médio de 150 litros de água por dia e uma expectativa de vida de 60 anos, o SAGA poderia abastecer a população por nada menos do que 250 anos.
                     

A descoberta partiu do Instituto de Geociências da UFPA, a Universidade Federal do Pará.

-  De acordo com o professor da universidade, o geólogo Francisco Matos, a constatação veio a partir da ampliação do estudo sobre o aquífero Alter do Chão, localizado no Pará, no município de Santarém. Sonora "Nós resolvemos alargar os estudos na percepção de que o Alter do Chão se estendia para outras regiões da Amazônia e não estava restrita aquela região inicialmente definida. E aí os nossos estudos permitiu ver que ele, na verdade, se estendia desde o contraforte dos Andes, no Acre, até o Marajó"


                    


O sistema hoje serve apenas para fornecer água para consumo nas cidades do vale amazônico, como Manaus e Santarém. Francisco Matos destaca que esta reserva poderia também ser utilizada na agricultura, para promover dois ciclos de colheitas.

Sonora "Com esta quantidade de água que existe no subsolo, com a disponibilidade de energia solar que a gente tem na região, com a disponibilidade de terras agriculturáveis, nós poderíamos ter por exemplo duas gerações de alimento. Duas colheitas. Uma por conta de São Pedro e outra irrigada, já que a região Amazônica também possui uma grande quantidade de energia elétrica."

O geólogo chama a atenção para o uso responsável do SAGA, uma vez que ele integra o ciclo hidrológico da região, ou seja, o movimento contínuo da água presente nos rios, continente e atmosfera; além da relação com a floresta.

Sonora "As árvores retrabalham a água por avacotranspiração, repõe isso na atmosfera, os ventos e a rotação da terra vão levando esta água para o interior da Amazônia até que chega nos Andes. Quando este spray da atmosfera bate nos Andes, ele desce para o centro-sul do Brasil e esta descida transmite umidade e é examente responsável em grande medida pelas chuvas que caem no centro-sul do Brasil."

Apesar da abundância de água, Francisco Matos descarta a possibilidade de essa reserva hídrica abastecer o semiárido brasileiro ou São Paulo, uma vez que as distâncias tornariam as obras inviáveis.